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Esta Apostila de História destina-se ao 2º ano do Ensino Médio, no 3º trimestre de 2026. As nove aulas estudam as experiências de africanos e afrodescendentes no Brasil, as transformações políticas do século XIX e a expansão do capitalismo industrial. O percurso acompanha o Plano de Curso da Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais, articulando trabalho, cultura, cidadania, território e relações de poder.
A primeira aula aborda africanos no Brasil, cultura, resistência e escravidão, reconhecendo a diversidade de origens e experiências. A segunda analisa o fim do tráfico negreiro, distinguindo a proibição do comércio transatlântico da continuidade da escravidão. A terceira investiga a Abolição da escravatura como processo histórico de lutas, mudanças jurídicas e disputas políticas.
A quarta aula acompanha a comunidade negra após a Abolição. Liberdade, trabalho, educação e organização coletiva serão estudados juntamente com os obstáculos à igualdade. A quinta examina a crise imperial no Segundo Reinado, considerando diferentes grupos e interesses. A sexta trata da Proclamação da República e dos limites da participação política na mudança de regime.
A sétima aula apresenta a Segunda Revolução Industrial e as doutrinas sociais do século XIX, relacionando novas tecnologias, formas de trabalho e interpretações dos conflitos sociais. A oitava estuda os Estados Unidos no século XIX: expansão territorial, escravidão, guerra civil e direitos. A nona aborda o imperialismo e o colonialismo do século XIX, problematizando a violência da dominação e seus discursos de legitimação.
Cada aula reúne texto teórico, exercícios e uma metodologia própria. Caça-palavras, cruzadas, desenho comparativo, postagem simulada, lapbook, mapa de conceitos, cartas de associação, oficina de fontes e debate orientado mobilizam diferentes formas de aprender. As produções são escolares e não exigem publicação na internet.
Os gabaritos completos retomam todas as questões e apresentam respostas esperadas e critérios para as atividades autorais. Outras formulações podem ser aceitas quando sustentadas por evidências. Espera-se que o estudo fortaleça a argumentação, o reconhecimento da diversidade e a compreensão das lutas por liberdade e direitos.









